Primeiro foram as redes sociais mais generalistas (como o Orkut). Depois, os sites de relacionamento mais focados (música, cinema etc.). Agora parece haver uma segmentação ainda maior.
A página Ning - que permite criar, gratuitamente, sites de relacionamento - é uma das grandes responsáveis por essa nova realidade. Em abril de 2009, foi criada a milionésima rede social do sistema. São mais de 22 milhões cadastros; 700 mil usuários criaram uma rede.
Mas há também os projetos capitaneados por empresas. E as redes sociais para crianças são um dos segmentos a mostrar maior fôlego.
A comunidade virtual Habbo (www.habbo.com.br) é uma das mais utilizadas, não a única. A Mattel mantém uma página que destaca o seu produto mais famoso, a BarbieGirls.com. Em 2008, o site, que permite às crianças criar personagens e vesti-los, possuía mais de 11 milhões de cadastros.
Não é o único do tipo. Há também o Webkinz.com, o LittlestPetShop.com e o Buildabearville.com.
É uma possibilidade mais segura também para os mais novos, visto que oferece conteúdo mais focado do que navegar a esmo online. Por outro lado, iniciativas do tipo podem despertar o consumismo antes desse público aprender noções de cidadania.
Uso diverso
Para muitos usuários, redes sociais são, basicamente, recreativas. Todavia, algumas pessoas procuram ampliar a utilização dos sites de relacionamentos. E não me refiro apenas a participação ativa em comunidades/fóruns ou possuir cadastro na rede social com foco profissional LinkedIn.
Há, por exemplo, quem estuda outras línguas pela internet. De graça e com “professor” particular.
É bastante simples. Basta se cadastrar em páginas como Livemocha e iTalki, informar qual sua língua nativa e que idioma deseja aprender. Com base nessas informações, você procura o seu contato. Não há um método padronizado: a comunicação é feita pelos próprios usuários, por meio de programas como Skype e MSN.
Outras redes sociais segmentadas
Shelfari – Para quem gosta de livros
Intellectconnect – Para intelectuais